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Comunicação no C-level: o que mudou nas empresas

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura
comunicação no C-level representando executivos estratégicos e tomada de decisão nas empresas

Uma mudança de status “escrita nas estrelas”

O jornal Valor Econômico publicou dia 26 de março um artigo de página inteira com o título “Diretores de comunicação ganham mais funções nas organizações”. Assinado pela jornalista Fernanda Gonçalves, a peça está na sessão Empresas/Carreira do jornal e tem uma chamadinha em detaque: “C-Level”. Coloque no google: “C-level (ou C-suite) refere-se ao mais alto escalão executivo de uma empresa, composto por diretores e líderes cujos cargos começam com a letra ‘C’, de Chief (chefe/diretor). Eles são responsáveis por definir a estratégia, tomar decisões cruciais e garantir o crescimento da organização.” Não precisa ser dito mais nada.


Em anos recentes, muitos profissionais de comunicação vêm subindo na escada corporativa, tornando-se não só diretores de Comunicação, mas de outras áreas, como ESG. Alguns colegas ostentam títulos de vice-presidente, o que indica que em suas empresas a área tem status ainda mais elevado, sendo esses colegas coordenadores de áreas mais amplas e complexas. 


A reportagem do maior jornal econômico do país não revela um segredo, mas é, em si, um registro simbólico para todos nós que trabalhamos na comunicação corporativa. Chegamos lá! 


Essa é uma vitória não de um ou outro colega de profissão, mas de um coletivo valoroso.


É resultado de décadas de incansável dedicação dos profissionais da área que engoliram muitos sapos em suas carreiras na conquista de espaço e respeito dentro das empresas. Que contaram com o criterioso trabalho de sistematização de conhecimento promovido por associações como Aberje e Abracom. Com a parceria criativa dos “carregadores de pedras” que trabalham em agências de comunicação, publicidade, marketing, assessoria de imprensa e eventos. E dos professores de escolas de comunicação, que seguem abnegados lá no comecinho dessa incrível rede profissional.


Isso tudo já estava “escrito nas estrelas”. Era evidente que, cedo ou tarde, o mundo corporativo iria precisar cada vez mais da “turma da comunicação”. Vindos da área de Humanas, esses profissionais diferenciados trazem para o universo das empresas novas visões e percepções. São transversais em seus relacionamentos e, assim, funcionam como “antenas” da sociedade. Souberam conectar-se ao mundo digital. Aprendem a usar números e estatísticas, mas seu ponto de referência é, sempre, o ser humano.


O CEO da PIQUINI, Marco Piquini, quando ainda ocupava o cargo de gerente de Comunicação da Fiat do Brasil, anteviu o aumento da importância da comunicação nas empresas. Em 2024, ele escreveu: 


“A comunicação sobe na hierarquia e já responde direto ao presidente, lado a lado com os departamentos de produção, vendas, financeiro... Na comunicação, comandamos eventos de lançamento. Participamos do relacionamento com o poder público e com a comunidade. Somos ferramenta indissociável de qualquer boa política de recursos humanos. Estratégias de aumento de produção ou de certificação ambiental que contam com o envolvimento da comunicação têm maiores chances de sucesso. O comunicador empresarial, esse profissional em plena mutação, vive um momento de enormes e estimulantes desafios.”



 

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