

Emprego “assassinado pelo presidente”
Em 1981, Marco Piquini trabalhava de madrugada na revisão do Estadão. Entre notícias fragmentadas, sinuca na Avenida São João e viagens de ônibus para São Bernardo, um erro de revisão transformou uma frase solene em algo completamente diferente e encerrou sua passagem pelo jornal.


Anjos da guarda na redação
Duas pautas difíceis, duas editoras experientes e lições que ficaram para sempre. Neste texto da editoria Histórias do Piquini, Marco relembra como Nair Suzuki e Cecília Thompson transformaram momentos de insegurança em verdadeiras aulas de jornalismo, mostrando que grandes mestres muitas vezes ensinam sem perceber.

