

Como virei jornalista: uma história de escolha e acaso
1975. Fazia o colegial no Objetivo em São Paulo e vivia “fora do mundo”. Um dia, meu primo Luiz me perguntou: “O que você vai prestar no vestibular?” Fiquei intrigado: eu nem sabia o que era vestibular. Acabei descobrindo que seria dali a cinco meses e, pela primeira vez, me questionei sobre uma futura profissão. Estudava em uma turma de Exatas, mas engenheiro eu não seria. De matemática e física eu não entendia nada. Gostava mesmo de história. Naquele devaneio, cravei: quero

