

Cappuccino com o Rocky Marciano no Bar Italia de Londres
Marco Piquini conta como uma visita inesperada ao Bar Italia, no Soho londrino, reuniu sua admiração pelo boxeador Rocky Marciano, a descoberta do verdadeiro cappuccino italiano e os bastidores de uma reportagem exclusiva sobre o Batmóvel do filme Batman, de 1989.


Cogumelos na madrugada londrina
Uma madrugada chuvosa, colegas italianos de um restaurante em Londres e uma inesperada caçada a cogumelos no escuro. Marco Piquini relembra uma das histórias mais inusitadas de seus anos na capital inglesa.


Emprego “assassinado pelo presidente”
Em 1981, Marco Piquini trabalhava de madrugada na revisão do Estadão. Entre notícias fragmentadas, sinuca na Avenida São João e viagens de ônibus para São Bernardo, um erro de revisão transformou uma frase solene em algo completamente diferente e encerrou sua passagem pelo jornal.


Um Gurgel muito doido
Em 1990, Marco Piquini encontrou, por acaso, um Gurgel X12 no estacionamento do British Museum, em Londres. Um bilhete deixado no para-brisa levou ao encontro com seu excêntrico proprietário e à descoberta da improvável trajetória daquele carro brasileiro pela Inglaterra.


O mundo já foi mais inocente
Nos anos 1980, Marco Piquini levava seus artigos até o aeroporto de Heathrow e pedia a desconhecidos que os entregassem no Brasil. Uma memória dos tempos de correspondente em Londres que revela quanto nossa relação com confiança, segurança e vigilância mudou.


Zabaione em Battersea
Em seus tempos de correspondente em Londres, Marco Piquini pediu uma sobremesa italiana sem saber o que viria à mesa. O zabaione, preparado diante dele e de Vânia, transformou um jantar comum em uma história inesquecível.


Quando jogávamos pedras nas startups
Muito antes de a cultura das startups celebrar quem troca a segurança por uma ideia improvável, Emerson e Wilson Fittipaldi decidiram construir um Fórmula 1 no Brasil. Marco Piquini relembra quando viu de perto o nascimento de um projeto audacioso que o país primeiro celebrou e depois transformou em símbolo de fracasso.


O primeiro importado a gente nunca esquece
Em 1969, um Chevrolet Impala SS vermelho entrou para a história da família de Marco Piquini. Em uma época em que carros importados eram raridade no Brasil, o V8 americano virou objeto de fascínio, protagonizou viagens, histórias e até a comemoração do tricampeonato de 1970.


A grandeza e a miudeza em nossas vidas
Uma pauta aparentemente simples levou Marco Piquini a um pequeno parque de diversões no ABC paulista e terminou sem matéria publicada. O que ficou foi outra coisa: a lembrança de um homem sem dinheiro para alimentar os próprios gatinhos e uma reflexão sobre como o jornalismo revela, às vezes sem aviso, a grandeza e a miudeza das vidas comuns.


Pertencimento é ser aceito como você é
O que faz alguém sentir que pertence a uma empresa? Marco Piquini reflete sobre tempo, convívio, valores e aceitação para discutir por que o verdadeiro pertencimento no trabalho surge quando profissional e organização podem se aceitar como realmente são.

