

A maior luta de todos os tempos
Aos 17 anos, Marco Piquini acompanhou pela televisão o histórico combate entre Muhammad Ali e George Foreman, realizado em 1974, no Zaire. Mais de cinco décadas depois, relembra a tensão daquela noite, a estratégia surpreendente de Ali e uma das maiores viradas da história do boxe.


Cogumelos na madrugada londrina
Uma madrugada chuvosa, colegas italianos de um restaurante em Londres e uma inesperada caçada a cogumelos no escuro. Marco Piquini relembra uma das histórias mais inusitadas de seus anos na capital inglesa.


Um Gurgel muito doido
Em 1990, Marco Piquini encontrou, por acaso, um Gurgel X12 no estacionamento do British Museum, em Londres. Um bilhete deixado no para-brisa levou ao encontro com seu excêntrico proprietário e à descoberta da improvável trajetória daquele carro brasileiro pela Inglaterra.


O mundo já foi mais inocente
Nos anos 1980, Marco Piquini levava seus artigos até o aeroporto de Heathrow e pedia a desconhecidos que os entregassem no Brasil. Uma memória dos tempos de correspondente em Londres que revela quanto nossa relação com confiança, segurança e vigilância mudou.


Zabaione em Battersea
Em seus tempos de correspondente em Londres, Marco Piquini pediu uma sobremesa italiana sem saber o que viria à mesa. O zabaione, preparado diante dele e de Vânia, transformou um jantar comum em uma história inesquecível.


A grandeza e a miudeza em nossas vidas
Uma pauta aparentemente simples levou Marco Piquini a um pequeno parque de diversões no ABC paulista e terminou sem matéria publicada. O que ficou foi outra coisa: a lembrança de um homem sem dinheiro para alimentar os próprios gatinhos e uma reflexão sobre como o jornalismo revela, às vezes sem aviso, a grandeza e a miudeza das vidas comuns.


Meu escritório em Sisters Avenue
Relato sobre o escritório montado por Marco Piquini em Londres durante seus anos como correspondente internacional. O texto mostra como criatividade, reaproveitamento de materiais e ferramentas analógicas ajudaram a construir um espaço de trabalho que marcou o início de sua trajetória profissional no exterior.


Vai pro gol!
Futebol de botão: memórias de um gol inesquecível Os idiomas refletem o mundo e as realidades das pessoas que os falam. No Brasil, o léxico do futebol transcende as “quatro linhas” e faz parte da gramática das relações sociais. Traduz desafios cotidianos. Se enfrentamos uma situação de pressão, estamos "na marca do pênalti". Damos uma “bola fora” se cometemos uma gafe. A pessoa é "escanteada" quando sai de um projeto. "Driblamos" dificuldades. Se quase fechamos um negócio, “a

