

WhatsApp corporativo promove conexão, mas traz risco reputacional
O WhatsApp corporativo aproxima empresas e consumidores, mas também amplia riscos reputacionais. Com base na pesquisa "WhatsApp no Brasil – 2026", este artigo mostra como frequência, privacidade, automação e segurança influenciam a percepção da marca e por que comunicação e gestão de crises precisam caminhar juntas.


Aos 50 anos, a Fiat celebra sua credibilidade
Cinco décadas depois de chegar ao Brasil, a Fiat transformou desconfiança em liderança de mercado. Este artigo analisa como leitura de mercado, adaptação e consistência ajudaram a construir uma reputação que hoje é reconhecida até pelos principais concorrentes.


A Matrix que aprisiona o jornalismo
A inteligência artificial está mudando a forma como o jornalismo produz, distribui e monetiza informação. A partir de reflexões publicadas pela revista piauí e de iniciativas da Folha de S.Paulo, este artigo discute quem realmente controla a relação entre veículos, plataformas digitais e leitores.


A melhor IA é a que faz você pensar
A inteligência artificial não transforma empresas apenas pela automação. Seu maior valor está em provocar perguntas que antes não existiam. Neste artigo, a PIQUINI mostra por que organizações que usam IA para ganhar clareza estratégica tendem a construir vantagens mais duradouras do que aquelas focadas apenas em produtividade e redução de custos.


Pensando em várias línguas
Pensamento multilíngue e o impacto dos idiomas nas ideias Outro dia, o Carlos Ghosn (lembra dele?) apareceu na minha timeline dando dicas de gestão, ambiente executivo e vida pessoal em vídeos curtinhos, bem-feitos, cheios de bom senso, sabedoria e com insights reveladores. Fiquei curioso porque eu não esperava vê-lo em sessões tão explícitas de autoexposição depois daquela fuga cinematográfica do Japão, há seis anos, “contrabandeado” dentro de uma caixa de instrumentos music


Comunicação no C-level: o que mudou nas empresas
Uma mudança de status “escrita nas estrelas” O jornal Valor Econômico publicou dia 26 de março um artigo de página inteira com o título “Diretores de comunicação ganham mais funções nas organizações”. Assinado pela jornalista Fernanda Gonçalves, a peça está na sessão Empresas/Carreira do jornal e tem uma chamadinha em detaque: “C-Level”. Coloque no google: “C-level (ou C-suite) refere-se ao mais alto escalão executivo de uma empresa, composto por diretores e líderes cujos ca


O criativo entrou no piloto automático?
O tempo voa! Houve época em que fazer um anúncio era um ofício multidisciplinar. Vários profissionais se envolviam em tarefas como ajustar a promessa, desenvolver um conceito, lapidar o texto e o tom, cortar excessos, escolher as imagens certas e defender a coerência final do produto, na forma de um filme de TV, um clipe de redes sociais, uma página de revista ou um spot de rádio. Agora, a IA faz tudo, ou quase tudo. Hoje, ainda temos de descrever o briefing, definir um conce


Se “parece real”, vira real
A ilustração é o famoso quadro "Ophelia", de 1852, do pintor inglês John Everett Millais. A versão fake “Sina de Ofélia” mostra como o mundo digital atropela a realidade Com repostagem nas redes, compartilhamentos em grupos de família e o “buzz” que se seguiu, a internet foi dominada pela versão fake da música “Sina de Ofélia”, da cantora americana Taylor Swift, remixada de forma anônima e com a ajuda da IA, com vozes de cantores brasileiros conhecidos. A música fake teve set


Visão estratégica: quando a mente já está lá
Entender a visão é já “estar lá” Promover o firme alinhamento da equipe em determinada direção é a chave para o alcance de resultados. Ok, essa parte todo mundo sabe. O que está “escondido” por trás dessas palavras é que nem sempre é fácil promover esse compromisso. Pessoas são diferentes. Há as pessimistas e as otimistas. Há as analíticas, as executoras, as planejadoras, as inspiradoras. Todas encaram os desafios de acordo com suas características. Fazer com que todos ajam e


Slogan de marca: o que “Vorsprung durch Technik” ensina
OLHO NO “VORSPRUNG” Slogans de marca significam algo? Sim. Traduzem a missão, a visão e os valores da empresa. Uma frase, tudo resumido. Dentro de casa, gera sentido inspirador. Para fora, cria diferenciação e conexão com os clientes. O slogan convida a viver o hoje e a projetar o amanhã. Marcas trocam de slogan quando promovem mudanças importantes: uma nova estratégia de negócios, um novo posicionamento ou porque um novo dono enxerga um caminho diferente. Mas há slogans que

