

Emprego “assassinado pelo presidente”
Em 1981, Marco Piquini trabalhava de madrugada na revisão do Estadão. Entre notícias fragmentadas, sinuca na Avenida São João e viagens de ônibus para São Bernardo, um erro de revisão transformou uma frase solene em algo completamente diferente e encerrou sua passagem pelo jornal.


Um Gurgel muito doido
Em 1990, Marco Piquini encontrou, por acaso, um Gurgel X12 no estacionamento do British Museum, em Londres. Um bilhete deixado no para-brisa levou ao encontro com seu excêntrico proprietário e à descoberta da improvável trajetória daquele carro brasileiro pela Inglaterra.


O mundo já foi mais inocente
Nos anos 1980, Marco Piquini levava seus artigos até o aeroporto de Heathrow e pedia a desconhecidos que os entregassem no Brasil. Uma memória dos tempos de correspondente em Londres que revela quanto nossa relação com confiança, segurança e vigilância mudou.


Zabaione em Battersea
Em seus tempos de correspondente em Londres, Marco Piquini pediu uma sobremesa italiana sem saber o que viria à mesa. O zabaione, preparado diante dele e de Vânia, transformou um jantar comum em uma história inesquecível.


A grandeza e a miudeza em nossas vidas
Uma pauta aparentemente simples levou Marco Piquini a um pequeno parque de diversões no ABC paulista e terminou sem matéria publicada. O que ficou foi outra coisa: a lembrança de um homem sem dinheiro para alimentar os próprios gatinhos e uma reflexão sobre como o jornalismo revela, às vezes sem aviso, a grandeza e a miudeza das vidas comuns.


Terezinha
Um telefonema inesperado mudou completamente uma manhã comum na redação de um jornal do ABC Paulista. Marco Piquini relembra o dia em que atendeu, por engano, uma ligação do verdadeiro Chacrinha e transformou um episódio improvável em uma divertida memória sobre jornalismo, televisão e cultura popular brasileira.


Anjos da guarda na redação
Duas pautas difíceis, duas editoras experientes e lições que ficaram para sempre. Neste texto da editoria Histórias do Piquini, Marco relembra como Nair Suzuki e Cecília Thompson transformaram momentos de insegurança em verdadeiras aulas de jornalismo, mostrando que grandes mestres muitas vezes ensinam sem perceber.


A Matrix que aprisiona o jornalismo
A inteligência artificial está mudando a forma como o jornalismo produz, distribui e monetiza informação. A partir de reflexões publicadas pela revista piauí e de iniciativas da Folha de S.Paulo, este artigo discute quem realmente controla a relação entre veículos, plataformas digitais e leitores.


Meu escritório em Sisters Avenue
Relato sobre o escritório montado por Marco Piquini em Londres durante seus anos como correspondente internacional. O texto mostra como criatividade, reaproveitamento de materiais e ferramentas analógicas ajudaram a construir um espaço de trabalho que marcou o início de sua trajetória profissional no exterior.


Como virei jornalista: uma história de escolha e acaso
1975. Fazia o colegial no Objetivo em São Paulo e vivia “fora do mundo”. Um dia, meu primo Luiz me perguntou: “O que você vai prestar no vestibular?” Fiquei intrigado: eu nem sabia o que era vestibular. Acabei descobrindo que seria dali a cinco meses e, pela primeira vez, me questionei sobre uma futura profissão. Estudava em uma turma de Exatas, mas engenheiro eu não seria. De matemática e física eu não entendia nada. Gostava mesmo de história. Naquele devaneio, cravei: quero

