Sua agência está entregando ou traduzindo?
- Marco Piquini
- há 3 dias
- 2 min de leitura
Atualizado: há 2 dias

O papel da agência mudou, e quem lidera precisa entender isso.
Durante muito tempo, o papel das agências de comunicação e marketing foi resumido a “fazer entregas”. Briefing entra, peça sai. O foco estava em cumprir prazos e executar demandas visuais, textuais ou estratégicas. Mas esse modelo está, aos poucos, ficando obsoleto. Hoje, as agências que realmente fazem diferença não são apenas produtoras: são tradutoras. Tradutoras de mundos, de repertórios, de contextos que não se conversavam.
Você é atendido por uma agência ou por uma ponte estratégica?
Essa talvez seja uma das perguntas mais importantes para qualquer líder de marketing ou CEO que deseje resultados reais de marca. Porque a era das “entregas” acabou. A agência que apenas executa demandas perdeu o timing. A que sobrevive e gera impacto é a que traduz o mundo.
Na PIQUINI, vemos isso diariamente. Marcas com enorme potencial estratégico, mas que não conseguem comunicar esse valor com clareza, não por falta de conteúdo, mas por falta de uma ponte entre a visão da liderança e a realidade do mercado.
Traduzir o mundo significa conectar a estratégia que nasce no c-level com os códigos culturais e os canais certos para que essa visão gere percepção, confiança e movimento.
O desafio não é criar uma peça. É criar sentido.
Em um cenário onde tudo é conteúdo, o que diferencia uma marca não é mais a estética, mas a clareza estratégica. A capacidade de transformar complexidade em linguagem simples, de transformar ruído em direção.
É aqui que entra o novo papel da agência: ser tradutora de mundos.Traduzir entre o repertório técnico do seu setor e os códigos culturais do seu público. Entre a visão estratégica da liderança e a forma como essa visão precisa ser comunicada para gerar adesão.
Para traduzir, é preciso repertório e escuta.
Agências que lideram essa nova fase não começam um trabalho abrindo o Indesign ou um Canva. Começam abrindo conversas. Investigando. Ouvindo o cliente com profundidade e ouvindo o mercado com atenção.
Ser ponte exige repertório de marca, de comportamento, de negócios. E exige uma escuta ativa que vai além do briefing. Porque traduzir bem não é apenas comunicar. É posicionar.
Esse não é um tema para o “futuro”.
A transformação já está em curso. As marcas que ainda operam com agências no modo “pedido e entrega” estão perdendo relevância e resultado.
E quem lidera precisa fazer esse diagnóstico:
Sua agência ajuda você a pensar ou só responde a demandas?
Ela questiona, desafia, propõe caminhos ou apenas cumpre escopo?
Conclusão: é hora de elevar o nível.
Se você é CEO ou lidera o marketing, sabe que a comunicação da sua empresa é um ativo estratégico. Para gerar resultados reais, é essencial contar com um parceiro que entende de negócios e não só de comunicação.
Na PIQUINI, nosso papel não é apenas comunicar. É traduzir estratégia em linguagem clara e relevante. Somos a ponte entre o que sua marca quer dizer e o que o mercado precisa entender.
Porque quem traduz bem lidera melhor.









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